Soledades, primeiro livro de Antonio Machado, foi publicado entre 1899 e 1902. Posteriormente, em 1907, foi reeditado com modificação sob o título Soledades, galerías y otros poemas. Este livro, em que se insere o poema abaixo exposto, tem como gênese o retrato do homem solitário em um mundo agonizante, cuja preocupação com tempo e com… [Ler mais…]
Adeus, querida Charlotte, mando-vos um amigo o mais cedo possível. Ele tem muitas semelhanças comigo e espero que o recebais bem… ele se chama Werther. Carta de Goethe a Charlotte Kestner, 16 de junho de 1774 Foram, todas, poesias de ocasião, quer dizer, a realidade deve ter fornecido a ocasião e a matéria. Um caso… [Ler mais…]
Assim deves tu ser, e não podes fugir de ti mesmo. Assim disseram as Sibilas, assim os Profetas. E nenhum tempo nem poder algum pulveriza A forma estampada que na vida se desenvolve. (Goethe) A vocação pode ser entendida de várias maneiras, mas é normalmente descrita através da experiência de uma certeza interna (o que… [Ler mais…]
Otto Maria Carpeaux (Nota: Não sou de ficar publicando texto alheio mas esse me pareceu raro. O Carpeaux disse que “tinha publicado na imprensa brasileira entre 1941 e 1966, mais ou menos 1500 artigos sôbre artigos literários. Dêstes, duas centenas foram enfeixados em livros, hoje esgotados e dificilmente acessíveis. E o resto?”. Bem, o resto… [Ler mais…]
1- Linguagem e matemática O grande mestre moderno da retórica, Chaim Perelman, pode ter caído em exageros às vezes mas sua interpretação do caos moderno é acertadíssima. Quando digo “caos” não o faço para causar frisson nem nada do tipo mas me refiro ao seu significado etimológico que é abismo. Há um abismo entre nossas… [Ler mais…]
Luís Alberto De Boni, para quem não o conhece, é um dos maiores – senão o maior – estudioso de filosofia medieval do país. Sua contribuição na tradução de maravilhas da filosofia medieval é incomparável: uma simples passada de olhos na sua página da Wikipedia basta para confirmar o que estou dizendo. Sua contribuição vai… [Ler mais…]
Bom, terminei o livro agora, e eis uma breve análise. Como todos já sabem, essa obra é que dá inicio a um dos pontos mais recorrentes das obras de Dostoiévski, a questão dos duplos, cuja melhor representação ao meu ver continua sendo a de Raskólnikov/Svidrigáilov em “Crime e Castigo” e Ivan/Aliócha em “Irmãos Karamázov”. Nesse… [Ler mais…]
Aristóteles começa a segunda parte do Livro Segundo da seguinte maneira: “Ademais, é evidente que existe um princípio primeiro e que as causas dos seres não são (A) nem uma série infinita no âmbito de uma mesma espécie, (B) nem um número infinito de espécies.” ———————————- Argumentação relativa às causas material e eficiente: Em princípio,… [Ler mais…]
Fevereiro 27, 2012
porFernando Simões Garcia
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